
TERAPIA individual
O que é a Terapia?
A terapia é um processo psicoterapêutico que envolve sessões regulares entre uma pessoa e um psicólogo clínico. O principal objetivo é promover o bem-estar emocional, ajudar a lidar com dificuldades psicológicas e desenvolver estratégias para enfrentar desafios do dia a dia.
Durante as sessões, o paciente tem um espaço seguro, confidencial e livre de julgamentos, onde pode explorar os seus pensamentos, emoções e comportamentos. Através do diálogo terapêutico, é possível compreender padrões internos, trabalhar traumas, melhorar a autoestima e desenvolver recursos pessoais para viver de forma mais equilibrada e satisfatória.
A terapia é indicada para quem sofre de ansiedade, depressão, stress, luto, conflitos pessoais, insegurança, entre outras questões emocionais, mas também para quem procura autoconhecimento e crescimento pessoal.
Este tipo de acompanhamento psicológico pode ser realizado de forma presencial ou online, dependendo das necessidades e preferências da pessoa.
Se sente que precisa de apoio ou quer investir no seu desenvolvimento pessoal, a terapia pode ser o primeiro passo para uma mudança positiva e duradoura.
O que esperar de uma primeira sessão?
É perfeitamente natural sentir algum receio ou nervosismo antes de uma primeira sessão de terapia. Muitas pessoas hesitam em procurar ajuda psicológica por não saberem exatamente o que esperar, por medo de serem julgadas ou simplesmente por estarem a dar um passo fora da sua zona de conforto.
A primeira sessão é, acima de tudo, um momento de acolhimento. Não é necessário “saber o que dizer” ou ter tudo claro – o papel do psicólogo é precisamente ajudar a organizar pensamentos e emoções, criando um espaço seguro, empático e livre de julgamento.
Durante esta primeira consulta, o objetivo principal é estabelecer uma ligação de confiança e compreender o motivo que levou a pessoa a procurar apoio. O psicólogo fará perguntas abertas para conhecer melhor a história de vida, o contexto atual e as dificuldades sentidas, mas sempre com respeito pelo ritmo e pela disponibilidade de quem procura ajuda.
Também é nesta sessão que se esclarecem aspetos importantes como a confidencialidade, a frequência dos encontros, a duração prevista e os objetivos terapêuticos. Não há certo nem errado no que é partilhado – o importante é que a pessoa se sinta ouvida e compreendida.
Dar o primeiro passo pode ser difícil, mas é, muitas vezes, o início de um processo de mudança e bem-estar significativo.
Quais são os objetivos da Terapia?
A terapia tem como principal objetivo promover o bem-estar psicológico, proporcionando um espaço seguro e confidencial para explorar emoções, pensamentos e comportamentos. Ajuda a reduzir a ansiedade, lidar com a depressão, melhorar a autoestima, desenvolver a gestão emocional e enfrentar momentos de crise ou mudança.
É indicada tanto para quem atravessa dificuldades emocionais como para quem procura autoconhecimento e crescimento pessoal. Os objetivos são definidos em conjunto com o psicólogo e adaptados a cada pessoa, permitindo um processo de mudança gradual, mas profundo e duradouro.
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Perguntas mais frequentes
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A duração da terapia varia de pessoa para pessoa, dependendo das dificuldades, objetivos e do ritmo de cada um. Algumas situações podem ser trabalhadas em poucas sessões, enquanto outras requerem um acompanhamento mais prolongado.
Na fase inicial, psicólogo e paciente definem em conjunto os objetivos terapêuticos e ajustam a frequência das sessões. A terapia é um processo gradual, e o mais importante é que decorra ao ritmo certo para promover mudanças consistentes e duradouras.
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Sim, a terapia é totalmente confidencial. O psicólogo está legal e eticamente obrigado a proteger a privacidade do que é partilhado em sessão. Apenas em situações excecionais, como risco grave para a vida da própria pessoa ou de terceiros, poderá ser necessário intervir. Fora isso, tudo o que disser em consulta permanece entre si e o profissional.
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Sim, pode interromper a terapia a qualquer momento. O processo terapêutico é voluntário e respeita sempre o ritmo e a decisão da pessoa. Idealmente, a decisão de parar deve ser conversada com o psicólogo, para que o encerramento seja feito de forma consciente e estruturada.